17 abril 2015

Nevermind - Nirvana


Se quisermos realmente falar de clássicos, em um modo geral, precisamos conversar sobre Nevermind do Nirvana. A banda, como um todo, é clássica sem a presença de discos. Nirvana é considerada a banda que revolucionou o genêro grunge e levou Seattle ao auge. E quando se trata de música boa, nós não podemos perder uma, certo? Isso mesmo, querido leitor. No post de hoje, iremos discutir sobre o bem mais precioso que temos na história da música. Allons-y.

O segundo álbum de estúdio do Nirvana, chamado Nevermind foi lançado em setembro de 1991. Esta em décimo lugar nos 200 Albuns Definitivos Do Rock 'n' Roll Of Fame. É um dos clássicos dos anos noventa, e um dos mais elogiados pelos apreciadores de música.

Logo de início, temos a faixa de abertura que é um hino para os fãs do Nirvana. "Smells Like Teen Spirit" se tornou um clássico por sua guitarra abafada, letra intensa e os gritos secos de Kurt. Quem não se lembra de "with the lights out it's less dangerous / Here we are now entertain us"? Que atire a primeira pedra.

(divulgação/Nirvana Photoshoot Nevermind, 1991)

"In Bloom", a segunda faixa, remete ao começo da juventude. Podemos perceber isso até no clipe, que tem a uma sátira da apresentação dos Beatles. "Come as you are" é tensa e reflexiva. A ideia principal da letra, é uma memória das pessoas como elas realmente são.

"Breed" tem a guitarra constante, e por isso tem uma marcação forte na cabeça do ouvinte. Retratando sobre medos. É particularmente uma música que eu gosto bastante no álbum. Acredito que pela melodia pegante.

"Lithium" é uma música muito tensa, porque retrata os problemas mentais, solidão e drogas. Por trás da letra misteriosa de "Polly", que é sobre o assassinato de Polly Klaas nos Estados Unidos, também é o começo de uma variação pop para o disco.

"Territorial Pissings" é uma libertação de um grande e marcante momento de raiva de Kurt, relembrando um pouco do álbum anterior, Bleach. Com um arranje mais punk do que os outras faixas.


"Drain You" tem um som pesado, e fala sobre as loucuras de um amor obsessivo. A nona faixa do álbum, "Lounge Act" podemos perceber o contrabaixo e a bateria ganham mais destaque, do que nas músicas anteriores.

"Stay Away" tem a entrada ótima, com uma guitarra distorcida, o que na minha opinião, dá um ponto positivo para a música. "On A Plain" apesar de ter toda a solidão envolvida na letra, é uma das minhas músicas preferidas do álbum, tem uma entrada muito característica da banda.

"Something In The Way" fecha o álbum com uma melodia calma e lenta, mas sem deixar de esquecer a obscuridade que o disco trás desde o começo. Mesmo sendo, diferente das outras músicas, eu não achei que perdeu pontos ou a essência.


 Para mim, esse álbum do Nirvana tem o gênero mais pop do que grunge. Mas, considerando que é um disco totalmente revolucionário e que marcou a passagem da música nos anos 90, eu tenho que concordar que o álbum é muito bom. Eu nunca vi uma banda conseguir manter sua postura em toda a sua discografia, e o Nirvana me mostrou que isso é possível. Mesmo com muitas dificuldades que o Kurt passava, naquele tempo, com problemas pessoais, ele tinha uma capacidade muito elevada e arriscada na composição das músicas. E isso é muito importante para um álbum.

Apesar de ser uma capa muito conhecida, eu acho bem tosca haha É uma das capas que eu mais odeio. Não sei, não consigo me acostumar.

Não mudo minha ideia quanto a Bleach, seu álbum antecessor, ainda continua sendo meu álbum preferido e acho que ele trás a banda como um todo e mostra o seu real gênero. Minha nota para Nevermind é de 4/5.

Esse álbum já teve muito repercussão, é muitas vezes criticado e elogiado, mas com certeza á um dos álbuns mais inspiradores na história da música. Nós seguimos em frente agora, para o último passo da carreira do Nirvana. Até a próxima, leitores.

6 comentários:

Renato Almeida disse...

Adoro esse albúm.
Nirvana, sem sombra de dúvidas, um dos melhores do gênero.
Até mais. http://realidadecaotica.blogspot.com.br/

Renato Almeida disse...

Adoro esse albúm.
Nirvana, sem sombra de dúvidas, um dos melhores do gênero.
Até mais. http://realidadecaotica.blogspot.com.br/

Giovanna Dieguez disse...

O melhor álbum, na minha opinião <3

Beijos,
www.destemidagarota.com

Ana Luiza disse...

Tou apaixonada pelas suas resenhas! Eu gosto bastante de Nirvana e, sim, também prefiro o Bleach que o Nevermind :P
Obrigada pelo comentário no blog!
Beijos,
Nalu
www.coisasafins.com

Vanessa disse...

Oi Ju.
Alok, apareci aqui finalmente. Ain, eu não consigo gostar muito deles, você sabe disso, sei lá, só não curto. Mas adorei o post. Ri com o Dave ali na foto tão jovial, sempre vou rir das fotos dele no Nirvana, não aguento.

Beijos, Vanessa.
This Adorable Thing
http://thisadorablething.blogspot.com.br/

Jessica Ribeiro disse...

Amo Nirvana, um dos melhores álbuns sem duvida alguma.
http://www.descrevendonuvens.com/